Disfunção Erétil Guia Completo – Tudo Revelado Aqui !

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A disfunção erétil (DE) é a incapacidade persistente em obter e manter uma ereção suficiente, que permita uma atividade sexual satisfatória.

Embora a Disfunção Erétil seja uma desor­dem benigna, ela afeta a saúde física e psicológica e tem um impacto significativo sobre a qualidade de vida (QoL) dos portadores e suas parceiras e famílias. Aproximadamente 5 a 20% dos homens têm DE moderada a severa.

Disfunção Erétil: Definição, epidemiologia e fatores de risco

DE compartilha fatores de risco comuns com as doenças cardiovasculares, que incluem o:

O risco de DE pode ser reduzido pela modificação destes fatores de risco, particularmente adotando atividade física e per­dendo peso.

Outro fator de risco para DE é a prostatectomia radical (PR) em qualquer técnica (aberta, laparoscópica ou robótica), devido ao risco de lesão dos nervos cavernosos, má oxigenação dos corpos cavernosos ou insuficiência vascular.

Entre 25 e 75% dos homens submetidos a PR apresentam DE pós-operatória.

Diagnóstico e Manejo

Manejo básico

O manejo básico (avaliação diagnóstica mínima) está demonstrado e deve ser realizado em todo paciente com DE.

Devido ao potencial de risco cardíaco associado com atividade sexual, a Segunda Conferência do Consenso de Princeton estratifica pacientes com DE, que desejam iniciar ou conti­nuar a atividade sexual, em 3 categorias.

O grupo de baixo risco inclui pacientes assintomáticos com menos de 3 fato­res de risco para:

Todos os outros pacientes serão incluídos nas categorias de risco intermediário e alto, e necessitam de uma avaliação cardiológica.

Exames específicos

Embora muitos pacientes com DE possam ser manejados dentro de um cuidado sexual padrão, algumas circunstâncias requerem testes diagnósticos específicos:

Os exames diagnósticos específicos incluem:

teste de ereção fármaco-induzido (TEFI);

ecodoppler das artérias cavernosas com teste farmacológico;

cavernosometria/cavernosografia por infusão dinâmica (DICC);

arteriografia pudenda interna;

A NPTR deve ser realizada por pelo menos duas noites. Para que o mecanismo de ereção esteja preservado deve haver pelo menos uma ereção de 60% de rigidez, registrada na extremidade do pênis, com duração mínima de 10 minutos.

O TEFI fornece limitadas informações sobre o estado vascular. Porém, o ecodoppler peniano permite um acesso simples ao estado da vascularização.

Qualquer investigação vascular fica desnecessária se o pico sistólico da artéria cavernosa for maior do que 30cm/s e o índice de resistência for maior do que 0,8, após a administração de fármaco vasoativo intracavernoso.

Se o Doppler for anormal, entretanto, a arteriografia e o DICC podem ser realizados, mas somente em pacientes que são potenciais candidatos à cirurgia vascular reconstrutora.

 

Recomendações para os testes diagnósticos

  • Uso clínico de questionários validados rela- cionados à DE podem acessar os domínios da função sexual e o efeito de uma modalidade terapêutica específica.
  • O exame físico é necessário na consulta inicial para identificar possíveis condições médicas associadas com DE
  • Os testes laboratoriais de rotina incluem glicemia, perfil lipídico e testosterona, e são necessários para identificar e tratar possíveis fatores de risco e fatores de estilo de vida modificáveis.
  • Testes diagnósticos específicos são indicados para apenas poucas situações.

 


Tratamento da Disfunção Erétil 

Somente alguns casos específicos de DE têm um potencial de cura:

  • Disfunção erétil psicogênica: terapia psicossexual pode ser emprega­da isolada ou associada a qualquer alternativa terapêuti­ca e tem resultados variáveis;
  • Disfunção erétil arteriogênica pós-traumática em pacientes jovens: a taxa de sucesso com revascularização peniana é de 60 a 70%;
  • Disfunção erétil de origem hormonal: a terapia de reposição de tes­tosterona é efetiva e deve ser utilizada somente após outras causas de falência testicular serem excluídas. Geralmente, está contraindicada em homens com his­tória de câncer de próstata ou com sintomas de pros­ Um acompanhamento rigoroso é necessário, incluindo toque retal, antígeno prostático específico e hematócrito, bem como o monitoramento da função hepática e da doença prostática.

O uso de drogas pró-eréteis após a prostatectomia radical é muito importante para preservação da função erétil. Muitos estudos clínicos têm demonstrado altas taxas de recuperação

da função erétil pós-prostatectomia radical em pacientes que usam inibidores da fosfodiesterase tipo 5 (iPDE5) ou

injeções intracavernosas (terapêuticas ou profiláticas). A rea­bilitação peniana deve iniciar tão logo seja possível no pós­-operatório.

Muitos homens com Disfunção erétil serão tratados com opções que não são causa-específica. Esta alternativa requer uma estratégia terapêutica estruturada, que depende da eficácia, segurança, invasividade e custo, bem como da satisfação do paciente e de sua parceira.

Primeira linha de tratamento

Farmacoterapia oral

Três potentes e seletivos iPDE5 foram aprovados pela Agência de Medicina Europeia (EMA) para tratamento da DE. Eles não são iniciadores da ereção e necessitam de esti­mulação sexual para que a ereção ocorra. Eficácia é definida como rigidez peniana suficiente para penetração vaginal.

Sildenafil (Viagra®)

Sildenafil foi o primeiro iPDE5 disponível. É efetivo após 30 a 60 minutos da administração. Uma alimentação muito gordurosa pode reduzir ou retardar a sua absorção. É admi­nistrado em 25, 50 e 100mg. A dose inicial recomendada é de 50mg e adaptada de acordo com a resposta do paciente, bem como pelos efeitos colaterais possíveis. A resposta pode durar até 12h. As taxas de sucesso (ereções suficientes para pene­tração) são de 56%, 77% e 84% para homens tomando 25, 50 e 100mg, respectivamente. A eficácia do sildenafil em muitos subgrupos de pacientes com DE está bem estabelecida.

Tadalafil (Cialis®)

Tadalafil é efetivo após 30 minutos da administração, mas seu pico de eficácia ocorre após 2h. Sua eficácia é mantida por até 36h e não é afetada pela alimentação. É administrada em doses de 10 e 20mg. A dose inicial recomendada é de 10mg e é adaptada de acordo com a resposta do paciente e com os efeitos colaterais. A taxa de sucesso é de 67% e 81%, nos homens utilizando 10 e 20mg, respectivamente. Tadalafil

 

Também melhora as ereções em subgrupos de difícil tra­tamento.

Vardenafil (Levitra®)

O vardenafil é efetivo após 30 minutos da administração. Uma refeição muito gordurosa reduz o seu efeito.

É administrado em doses de 5, 10 e 20mg. A dose inicial recomendada é de 10mg e é adaptada de acordo com a resposta do paciente e pelos efeitos colaterais.

In vitro, é 10x mais potente que o silde­nafil, entretanto não é necessariamente mais eficaz clinicamen­te.

As taxas de sucesso são de 66%, 76% e 80% em homens utilizado 5, 10 e 20mg, respectivamente. Vardenafil também melhora as ereções em subgrupos de difícil tratamento.

Escolha ou preferência por diferentes iPDE5

A escolha pelo iPDE5 tenham sido da frequência do inter­curso (uso ocasional ou terapia regular, se 3 a 4 relações por semana) e da experiência pessoal do paciente com determi­nada droga. Os pacientes precisam saber se a droga é de curta ou longa ação, as possíveis desvantagens e como usá-las.

Uso sob demanda ou diário de iPDE5

Embora os iPDE5 foram introduzidos para tratamento sob

demanda, em 2008 o tadalafil foi também aprovado para uso diário, em doses de 2,5 e 5ml. O uso diário foi bem tolerado e melhorou significativamente a função erétil. Resultados similares foram encontrados em pacientes dia-

béticos. Tadalafil diário permite uma alternativa de dose para casais que preferem a espontaneidade ao invés da atividade sexual programada, ou para aqueles que têm ati­vidade sexual frequente.

Disfunção Sexual Masculina

Efeitos adversos

Os efeitos adversos comuns incluem cefaleia, rubor facial, tontura, dispepsia e congestão nasal. Sildenafil e vardenafil têm sido associados a anormalidades visuais em menos de 2% dos pacientes, enquanto que o tadalafil está associado à dor lombar e mialgia em 6% dos pacientes.

Entretanto, os efeitos adversos são moderados, autolimitados com o uso contínuo e a taxa de desistência devido aos efeitos adversos é semelhante aos encontrados no grupo placebo.

Segurança cardiovascular

Os estudos clínicos e os dados de pós-marketing dos 3 iPDE5 não demonstram um aumento nas taxas de infarto agudo do miocárdio.

Nenhum iPDE5 afetou adversamente o tempo de exercício, ou o tempo de isquemia desencadeado pelo exercí­cio nos testes em homens com angina estável. De fato, estas drogas podem melhorar estes testes.

Os nitratos são totalmente contraindicados com todos os iPDE5, devido a uma hipotensão imprevisível.

A duração da interação entre os nitratos orgânicos e os iPDE5 varia de acordo com a droga e o nitrato. Se o paciente desenvolve

angina durante o uso de iPDE5, outros agentes antianginosos podem ser utilizados no lugar da nitroglicerina ou até que o tempo apropriado tenha passado (24h para sildenafil e varde­nafil e 48h para tadalafil).

Em geral, o perfil de eventos adversos dos iPDE5 não é pior, mesmo no caso de pacientes em uso de múltiplos agentes anti-hipertensivos.

Interação com alfa bloqueadores

Todos os iPDE5 parecem interagir com os alfa-bloqueadores, o que pode resultar em hipotensão ortostática.

A bula do sildenafil inclui uma precaução de que sildenafil 50 e 100mg (não o de 25mg) devem ser evitados nas primeiras 4h após

a tomada do alfa-bloqueador. O uso de vardenafil com alfa­bloqueador não é recomendado. Entretanto, a administração conjunta de vardenafil com tamsulosina não está associada com hipotensão clinicamente significativa.

Tadalafil está con­traindicado em pacientes tomando alfa bloqueador, exceto tamsulosina.

Ajuste de dosagens

Baixas doses de iPDE5 podem ser necessárias em pacientes que fazem uso de cetoconazol, itraconazol, eritromicina, claritromicina e inibidores da protease do HIV (ritonavir, saquinavir). Altas doses de iPDE5 podem ser necessárias em pacientes utilizando rifampicina, fenobarbital, fenitoína ou carbamazepina.

Disfunção hepática ou renal também podem requerer ajuste de dose. Em pacientes com hipogonadismo, a suplementação de andrógenos melhora a função erétil.

Manejo de não respondedores dos iPDE5

Médicos devem verificar se seus pacientes estão usando uma medicação original, se a medicação foi devidamente pres­crita e se está sendo usada corretamente (adequada estimula­ção sexual, dose e tempo suficiente entre a tomada da medi­cação e o início do intercurso).

Existem várias estratégias para melhorar a eficácia do trata­mento com iPDE5. Elas incluem modificação

dos fatores de risco, tratamento do hipogonadismo, troca por outro iPDE5 ou uso contínuo de iPDE5.

Disfunção Sexual Masculina

Vacuoterapia

Os equipamentos de vacuoterapia determinam uma pres­são negativa, com intuito de preencher o pênis com sangue venoso, o qual fica represado no seu interior pela aplicação de uma banda constritora na base peniana.

Este método é mais aceitável em indivíduos mais velhos. A eficácia, definida como uma ereção suficiente para penetração, é alta, atingindo até 90%. As taxas de satisfação dos pacientes variam de 27

a 94%. Os eventos adversos incluem dor peniana, amorte­cimento e ejaculação retardada, e acometem até 30% dos pacientes.

Segunda linha de tratamento

Aos pacientes que não respondem às drogas orais, podem ser oferecidas injeções intracavernosas. O alprostadil (Caverject ®, Edex/Viridal ®) é a única droga aprovada para trata­mento intracavernoso para DE.

É a monoterapia mais eficaz para tratamento intracavernoso, com doses de 5 a 40 μg. O paciente deve ser orientado e treinado em nível ambulatorial (uma ou duas visitas), para aprender corretamente o proces­so da injeção.

As taxas de eficácia são de 70%, com relato de atividade sexual após 94% da injeções. As taxas de satisfação variam de 87 a 93,5% para os pacientes e de 86 a 90,3% para as parceiras.

A taxa de desistência descrita varia de 41 a 68%, com muitas delas ocorrendo nos primeiros 2 a 3 meses. As complicações do alprostadil intracavernoso incluem dor peniana (50% dos pacientes), ereções prolongadas (5%), priapismo (1%) e fibrose peniana (2%).

As combinações de drogas (principalmente alprostadil, papaverina e fentolamina) podem aumentar a eficácia em até 90%.

Fibrose peniana foi mais comum (5 a 10% dos pacientes) quando a papaverina foi usada isoladamente (dependendo da dose total).

Após 4h de ereção, os pacientes devem ser orientados a pro­curar o seu médico, para evitar danos ao tecido cavernoso, que pode resultar em DE permanente.

A aspiração do sangue venoso intracavernoso e a administração de fenilefrina são uti­lizadas para tratar estas ereções prolongadas. Se este problema ocorreu, a dose da próxima injeção deve ser reduzida.

Prostaglandina E1 pode ser administrada intrauretral, como uma pastilha semissólida, em doses e 125 a 1000 μg.

Uma banda constritora na base do pênis pode melhorar a rigidez. A taxa de sucesso clínico é menor do que as injeções intra­cavernosas, mas aproximadamente 70% dos pacientes ficam satisfeitos com este tratamento.

Os efeitos colaterais incluem dor peniana (29 a 41%), tontura (1,9 a 14%) e sangramento uretral (5%).

Terceira linha de tratamento (próteses penianas)

O implante cirúrgico de próteses penianas pode ser conside­rado em pacientes que não respondem à farmacoterapia ou que desejam uma solução permanente.

As próteses são male­áveis (semirrígidas) ou infláveis (dois ou três componentes). Muitos pacientes preferem as próteses de três componentes porque as ereções são mais “naturais”, mas estes implantes são muito onerosos. A taxa de satisfação varia de 70 a 87%, após uma avaliação adequada.

Disfunção Sexual Masculina

As complicações incluem falência mecânica (menos do que 5% após 5 anos de acompanhamento com próteses de 3 com­ponentes) e infecção.

Com a antibioticoprofilaxia, a taxa de infecção varia de 2 a 3% e pode ser reduzida com a utilização de implantes impregnados com antibiótico ou com cober­tura hidrofílica.

A infecção requer a remoção das próteses, administração de antibióticos e reimplante após 6 a 12h. Entretanto, a taxa de sucesso de 82% tem sido alcançada com esta terapia de salvamento, envolvendo a remoção e reim­plantando imediatamente, após uma copiosa irrigação dos corpos cavernosos, com uma solução de vários antibióticos.

 

Recomendações para o tratamento da Disfunção Erétil

  • Mudanças do estilo de vida e modificação dos fatores de risco devem preceder ou acompanhar o tratamento.
  • Tratamentos com drogas pró-eréteis devem ser oferecidos o mais precocemente possível após prostatectomia radical.
  • Se uma causa curável de Disfunção erétil for identificada, tratar esta causa primeiro.
  • Inibidores da PDE5 são a primeira linha de tratamento.
  • Administração diária de iPDE5 pode melhorar o resultado e restabelecer a função erétil
  • A administração ou orientação incorretas são as principais causas de falta de resposta aos iPDE5.
  • A reposição de testosterona permite a ereção peniana de pacientes hipogonádicos que não respon­dem aos iPDE5.
  • Apomorfina pode ser utilizada em DE leve- moderada, Disfunção erétil psicogênica ou em pacientes com contraindicação aos iPDE5.
  • A vacuoterapia pode ser empregada em pacientes que têm um relacionamento estável.
  • Injeção intracavernosa é segunda linha de tratamento.
  • Prótese peniana é terceira linha de tratamento.

Esse é um artigo com caráter cientítico, e envolve remédios que em hipótese NENHUMA deve tomar sem a orientação do seu médico.

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É isso ! Ufa chegamos ao fim desse artigo gigantesco não deixe de conferir nosso próximo artigo

Até mais e até a proxima …

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